Dia de chuva

Dia de chuva para muitos de nós é um dia triste e chato.

Tudo fica molhado, o cabelo fica um horror, pra entrar e sair dos lugares é uma complicação.

Fora quando você está caminhando na rua e algum carro passa acelerado e respinga toda aquela água (suja) na sua roupa.

Quem nunca passou por isso?

Alguém mais tem vontade de usar branco em dia de chuva?

Não sei porque mas o branco me persegue nestes dias, sinto uma vontade louca de usar, principalmente, calça branca.

Ó céus! A batalha é voltar pra casa com ela da mesma cor hahahaha.

Mas….. como tudo tem seu lado positivo e lindo…. já param pra pensar na beleza dos guarda-chuvas e das capas de chuva?

Ah minha gente, tem tantos modelos tão fofinhos, que cheguei até a selecionar alguns pra vocês:

       

Tem muitas cores, estampas… dá pra sair linda e alegre na chuva, não é mesmo?

CURIOSIDADE:

Apesar da sua origem ser incerta o guarda-chuva é uma invenção muito antiga. Sabe-se que no século XII a.C. já era usado pelos chineses.

Mais tarde os Assírios, Egípcios, Persas e Romanos tiveram influência na utilização de novos materiais na busca de conseguirem combinar a utilidade com a elegância.

Durante muito tempo o guarda-chuva foi visto como um objeto com significado sagrado, ao ponto de só ser utilizado para cobrir as divindades e a realeza em procissões e eventos de grande significado espiritual.

Esse aspecto de objeto “divino” chegou mesmo ao Cristianismo. Nas cerimônias litúrgicas existiam sempre dois guarda-chuvas que seguiam à frente do Papa. Um deles, que ia aberto, simbolizava o poder temporal e o outro, sempre fechado, representava o poder espiritual.

Foram os Japoneses e Chineses que mais contribuíram para a sua adoção como um simples acessório de proteção para a chuva e para o sol, sem quaisquer valores sociais ou divinos associados. É com esta função que o guarda-chuva chega à Grécia e a Roma, onde foi largamente usado como um acessório feminino. Em Roma era comum as senhoras saírem acompanhadas por um escravo  que tinha a função de as proteger com sombrinhas, normalmente ricamente adornadas com ouro e marfim.

Durante a Idade Média o guarda-chuva desapareceu, apenas voltando a reaparecer por altura da Renascença, apesar do seu uso ser muito limitado, ao que também não seria estranho o fato de serem feitos em couro e com pesados cabos de madeira, podendo chegar aos 2 kg de peso.

Mas a partir do momento que os Jesuítas introduziram a seda no fabrico dos guarda-chuvas, tudo mudou. Nos finais do século XVII foi na cidade de Paris que se começou a refinar o conceito deste acessório: melhorou-se o formato e criou-se a distinção entre guarda-chuva e guarda-sol. De imediato o guarda-sol passou a ser considerado peça indispensável para as mulheres da época. Esta nova utilização deu origem às sombrinhas enfeitadas com bordados em seda, de ar muito leve e que serviam para dar algum recato aos rostos durante os passeios ao sol.

( fonte: A origem das coisas )

E, para quem não curte um guarda-chuva, a capa de chuva pode ser uma grande amiga nessas horas.

Eu tenho várias guardadas por aqui e quando chove uso mesmo!

 

Elas cada vez mais vem ganhando um jeitão mais moderno e alegre. Impossível não se apaixonar por elas!

A novidade que veio pra ficar e ganhar cada vez mais espaço é a capa de chuva com materiais tecnológicos.

Utilidade e consciência ambiental vão disputar seus espaços na moda. E isso já está cada vez mais presente no nosso cotidiano.

CURIOSIDADE

A preocupação ambiental, principalmente com a poluição das cidades, está presente em dois inventos recentes do mundo da moda.

Um deles é uma espécie de roupa catalisadora, desenvolvida pela estilista Helen Storey, da Universidade de Moda de Londres, e o cientista Tony Ryan, da Universidade de Sheffield, ambas no Reino Unido.

Os materiais no tecido têm a propriedade de quebrar as partículas poluentes do ar ao redor e transformá-las em compostos químicos inofensivos à natureza.

Quando a peça estiver suja, ou seja, saturada das substâncias, pode ser lavada com produtos específicos que recuperam suas propriedades originais.

A outra criação “verde” são as blusas que mudam de cor de acordo com os índices de monóxido de carbono no ar.

Criadas pelos designers Nien Lam e Sue Ngo, as peças usam a tecnologia para alertar sobre um perigo muitas vezes invisível.

(fonte: Isto é )

O mundo está mudando, nossa consciência esta mudando!

Você já parou pra refletir sobre tudo isso?

Se não parou, prepare um café quentinho, pegue sua capa de chuva ou seu guarda-chuva e saia pra dar uma volta apenas ouvindo a chuva e sentindo as gotas d´água.

Ficar sozinho e refletir as vezes é o melhor remédio. Se tiver ainda a chuva como “música de fundo…..” AH!

beijinhos, cabelos molhados e pensamentos no ar

até o próximo post

2 opiniões sobre “Dia de chuva”

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